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Formação SysAdmin Cloud

Domine AWS Route 53

Aprenda na prática a configurar e administrar DNS, domínios, Hosted Zones, registros, políticas de roteamento, Health Checks e alta disponibilidade na AWS.

Uma competência fundamental para o SysAdmin que quer evoluir da infraestrutura tradicional para Cloud.

  • Amazon Route 53
  • DNS
  • Domains
  • Hosted Zones
  • DNS Records
  • Routing Policies
  • Health Checks
  • Failover
  • Private DNS
  • VPC
  • CloudWatch
  • AWS CLI
  • Troubleshooting

Acesso vitalícioCertificado incluídoGarantia de 7 dias

exemplo.com.br
dns resolution
UsuárioDigita o nome no navegador
Domínioapp.exemplo.com.br
Amazon Route 53Hosted Zone autoritativa
Routing PolicyQual resposta será devolvida

a resposta pode considerar o estado dos health checks

Load BalancerRegistro Alias
CloudFront / EC2Origem da aplicação
AplicaçãoRequisição entregue
  • exemplo.com.brA · Alias
  • www.exemplo.com.brCNAME
  • api.exemplo.com.brA · Alias
  • exemplo.com.brMX
Do nome digitado ao recurso que responde — cada etapa do caminho até a aplicação.
Diagnóstico

Você entende DNS ou apenas copia registros?

Enquanto tudo responde, o DNS parece simples: cola-se um valor em um campo e o site abre. A conta chega depois — quando um nome para de resolver, quando a mudança planejada não alcança os clientes, ou quando a única explicação disponível para um chamado é esperar a propagação.

  • O domínio não resolve

    A aplicação está no ar, o registro existe — e mesmo assim o nome não chega ao destino. Sem método, a investigação vira tentativa e erro.

  • Registro criado no lugar errado

    O valor está certo, mas foi gravado em outra Hosted Zone, ou em uma zona que nem é autoritativa para aquele domínio.

  • Propagação virou explicação

    Nem toda espera é propagação. Boa parte do que se atribui a ela é cache com TTL ainda válido em algum resolver do caminho.

  • A, AAAA, CNAME ou Alias?

    Cada tipo responde a uma pergunta diferente. Escolher pelo que "costuma funcionar" cria limitações que só aparecem depois.

  • TTL escolhido sem critério

    O mesmo valor copiado para todos os registros. Na hora de uma mudança planejada, ele decide quanto tempo o erro antigo sobrevive.

  • Hosted Zone duplicada

    Duas zonas para o mesmo domínio, cada uma com seus registros — e só uma recebendo consultas de verdade.

  • Name Servers não conferem

    A zona foi criada, os registros também, mas a delegação no registrador continua apontando para outro provedor.

  • Subdomínio sem delegação

    Uma zona filha existe, mas nada no caminho indica que ela é a responsável por aquele ramo do nome.

  • Política de roteamento escolhida no escuro

    Weighted, Latency, Geolocation e Failover resolvem problemas diferentes. Trocar uma pela outra muda o comportamento inteiro.

  • Failover que ninguém testou

    Existe um registro secundário configurado. O que nunca se verificou é se ele realmente assume — e em quanto tempo.

  • Integração AWS no improviso

    Apontar um nome para um recurso da AWS tem caminhos melhores e piores. O improviso costuma cobrar depois.

  • Diagnóstico por tentativa e erro

    Trocar valores até algo responder. Funciona às vezes, ensina nada, e não explica o que estava errado.

Um SysAdmin precisa entender o caminho entre o nome digitado pelo usuário e o serviço que responde à requisição.

O papel do SysAdmin

DNS é uma das bases da infraestrutura — e da nuvem

Nenhuma dessas competências existe isolada. O DNS é o que liga o nome digitado pelo usuário ao serviço que responde, e na nuvem ele ganha um papel ainda maior: é por ele que o tráfego encontra o recurso certo.

SysAdmin

  • Operating Systems
  • Networking
  • Storage
  • Active Directory
  • DNS
  • Virtualization
  • Security
  • Automation
  • Cloud
  • AWS
  • Route 53este treinamento
Os fundamentos continuam os mesmos. O que muda é onde e como a infraestrutura é entregue.
Do on-premises para a nuvem

Você já administra DNS. Agora dentro da AWS

Zona, registro, TTL, delegação: o vocabulário que você usa há anos continua valendo. O que muda é onde a zona vive, quem opera o serviço e o que passa a ser possível fazer com a resposta de uma consulta.

Infraestrutura tradicional

DNS Server → Zones → Records

DNS ServerWindows Server ou BIND, administrado por você
DNS ZonesZonas diretas e reversas do domínio
RecordsA, CNAME, MX, TXT, SRV
Servidores da redeMáquinas físicas ou virtuais no datacenter

AWS Cloud

Route 53 → Hosted Zones → Records

AWS CloudServiço gerenciado, sem servidor para manter
Amazon Route 53DNS autoritativo da AWS
Hosted ZonesPúblicas e privadas
RecordsA, AAAA, CNAME, Alias, MX, TXT
AWS ResourcesEC2, Load Balancer, CloudFront, S3, API Gateway

DNS tradicional

Servidores que você instala e mantém

Amazon Route 53

Serviço gerenciado dentro da sua conta AWS

Quem responde às consultas
DNS tradicionalServidores DNS que você instala, atualiza e mantém disponíveis.
Amazon Route 53Serviço gerenciado pela AWS. Você administra a configuração, não a infraestrutura.
Onde os registros vivem
DNS tradicionalEm uma zona DNS, no servidor ou replicada entre servidores.
Amazon Route 53Em uma Hosted Zone, pública ou privada, dentro da sua conta AWS.
Escopo do nome interno
DNS tradicionalZonas internas resolvidas pelos servidores da rede corporativa.
Amazon Route 53Private Hosted Zone associada a uma ou mais VPCs.
Apontar a raiz do domínio para um serviço
DNS tradicionalRegistro A com um endereço IP, que precisa ser conhecido e estável.
Amazon Route 53Registro Alias na raiz, apontando para recursos AWS compatíveis.recurso próprio
Decidir qual resposta devolver
DNS tradicionalRecursos como round robin e netmask ordering, conforme o servidor.
Amazon Route 53Políticas de roteamento: Simple, Weighted, Latency, Failover, Geolocation, Geoproximity e Multivalue.recurso próprio
Considerar a saúde do destino
DNS tradicionalDepende de integração com outra ferramenta de monitoramento.
Amazon Route 53Health Checks nativos, que podem influenciar a resposta DNS.recurso próprio
Automação
DNS tradicionalPowerShell, scripts e ferramentas do próprio servidor.
Amazon Route 53AWS CLI, SDK, API, CloudFormation e outras ferramentas de infraestrutura como código.
Custo
DNS tradicionalLicença, hardware e o tempo da equipe que mantém o serviço.
Amazon Route 53Cobrança da AWS por Hosted Zone, consultas e recursos associados.

A tabela aproxima dois mundos para facilitar a leitura de quem vem da infraestrutura tradicional — não afirma equivalência entre eles. Os conceitos de DNS são os mesmos; a forma de operar, os limites e o modelo de cobrança são diferentes.

Do DNS tradicional ao DNS em Cloud.

O que você vai aprender

Dos fundamentos de DNS à administração profissional do Route 53

Trinta e seis frentes de conhecimento organizadas em sequência, cobrindo o que um administrador de DNS na nuvem encontra no dia a dia — do primeiro registro criado ao diagnóstico de um nome que parou de resolver.

  • 01

    Fundamentos de DNS

    O que o DNS resolve, por que ele existe e o vocabulário usado no curso inteiro.

  • 02

    Arquitetura do DNS

    Root, TLD, servidores autoritativos e a hierarquia por trás de um nome.

  • 03

    DNS Resolution

    O caminho completo de uma consulta, da aplicação até a resposta devolvida.

  • 04

    Amazon Route 53

    O que o serviço entrega, como ele é organizado e onde ele se encaixa na AWS.

  • 05

    Domains

    Registro, transferência, delegação e a relação entre domínio e Hosted Zone.

  • 06

    Hosted Zones

    O contêiner dos registros de um domínio dentro da sua conta AWS.

  • 07

    Public Hosted Zones

    Nomes resolvidos pela Internet e a delegação que os torna autoritativos.

  • 08

    Private Hosted Zones

    Nomes internos resolvidos dentro das VPCs associadas à zona.

  • 09

    Resource Record Sets

    Como o Route 53 organiza os registros de um mesmo nome e tipo.

  • 10

    Registro A

    O nome que responde com um endereço IPv4 — e quando ele é a escolha certa.

  • 11

    Registro AAAA

    O equivalente para IPv6 e o que muda na publicação de um serviço.

  • 12

    CNAME

    O apelido que aponta para outro nome, com as restrições que ele carrega.

  • 13

    Alias Records

    O registro do Route 53 que aponta para recursos AWS compatíveis.

  • 14

    MX

    Os servidores responsáveis por receber e-mail do domínio e a prioridade entre eles.

  • 15

    TXT

    Texto associado ao nome: verificação de domínio, SPF, DKIM e DMARC.

  • 16

    NS

    Os servidores autoritativos e a delegação que faz a zona responder.

  • 17

    SOA

    O registro que descreve a zona e os parâmetros administrativos dela.

  • 18

    TTL e cache

    Quanto tempo uma resposta vive nos resolvers e o efeito disso em uma mudança.

  • 19

    Simple Routing

    A política padrão: um registro, uma resposta, sem decisão adicional.

  • 20

    Weighted Routing

    Vários destinos para o mesmo nome, com pesos que influenciam as respostas.

  • 21

    Latency-Based Routing

    Respostas escolhidas com base nas medições de latência entre origem e Regiões.

  • 22

    Failover Routing

    Primário e secundário, com a resposta condicionada ao estado do health check.

  • 23

    Geolocation Routing

    Respostas diferentes conforme a localização estimada de quem consulta.

  • 24

    Geoproximity Routing

    Proximidade geográfica entre usuário e recurso, com ajuste de viés (bias).

  • 25

    Multivalue Answer

    Múltiplas respostas para o mesmo nome, com health checks associados.

  • 26

    Health Checks

    Verificação de endpoints, checks calculados e checks baseados em alarme.

  • 27

    DNS Failover

    Como o estado de um health check muda a resposta devolvida pela zona.

  • 28

    Integração com VPC

    Associação de zonas privadas e a resolução de nomes dentro da rede.

  • 29

    Private DNS

    Nomes internos para serviços que não devem ser publicados na Internet.

  • 30

    Route 53 Resolver

    Inbound endpoints, outbound endpoints e regras de encaminhamento.

  • 31

    CloudWatch

    Métricas e alarmes associados a health checks e a consultas da zona.

  • 32

    Segurança

    Permissões de acesso, registro de consultas e proteção da configuração DNS.

  • 33

    AWS CLI

    As mesmas operações do console executadas pela linha de comando.

  • 34

    Automação

    Do comando avulso ao DNS descrito como código e versionado.

  • 35

    Troubleshooting

    Método de diagnóstico para nomes que não resolvem ou resolvem errado.

  • 36

    Boas práticas

    O que mantém a configuração DNS legível e administrável com o tempo.

Como o DNS funciona

O caminho entre o nome digitado e o serviço que responde

Entre a tecla Enter e a primeira conexão existe uma sequência inteira de perguntas e respostas. Quem conhece esse caminho consegue dizer em que ponto ele quebrou — e quem não conhece só consegue esperar.

Usuário e navegadorPrecisa de um endereço para abrir a conexão
DNS ResolverResolver recursivo do provedor, da empresa ou da VPC

se a resposta ainda estiver em cache, o caminho termina aqui

Root ServersIndicam quem responde pelo TLD
TLD Servers.com, .br, .com.br — indicam a zona do domínio
Authoritative DNSAmazon Route 53, quando a zona está hospedada nele
RespostaIP ou recurso AWS, conforme o registro
AplicaçãoA conexão finalmente é aberta
Caminho de referência de uma consulta recursiva. Em boa parte dos acessos reais, a resposta já está em cache e o percurso termina antes do fim.
  • Recursive Query

    O resolver assume a busca inteira em nome do cliente: consulta os servidores necessários e devolve uma única resposta.

  • Authoritative DNS

    Quem realmente guarda os registros de uma zona. Uma Hosted Zone pública do Route 53 assume esse papel para o domínio delegado a ela.

  • Resolver

    O intermediário que o cliente consulta: o do provedor, o da empresa ou o resolver da própria VPC nas instâncias da AWS.

  • Caching

    Respostas ficam guardadas pelo caminho — no sistema operacional, no navegador e no resolver — até o TTL expirar.

  • TTL

    O tempo que uma resposta pode ser reaproveitada. É ele que decide quanto tempo uma informação antiga continua circulando.

  • Name Servers

    Os servidores indicados como responsáveis pela zona. A delegação no registrador precisa apontar exatamente para eles.

O que se costuma chamar de "propagação" é, na maior parte dos casos, cache: respostas antigas ainda válidas em resolvers pelo caminho. Entender TTL é entender esse intervalo — e planejá-lo antes de uma mudança.

Pare de apenas copiar registros DNS. Entenda como o tráfego realmente chega até sua aplicação.

Hosted Zones

Public Hosted Zone vs Private Hosted Zone

A Hosted Zone é o contêiner dos registros de um domínio dentro da sua conta. Decidir se um nome pertence à zona pública ou à privada é uma decisão de arquitetura — e de segurança.

Public Hosted Zone

Resolvida pela Internet

Delegada no registrador do domínio. Qualquer resolver do mundo consegue consultar os registros publicados nela.

InternetQualquer resolver do mundo
Route 53Public Hosted Zone
Public DNS RecordsNomes visíveis publicamente

Private Hosted Zone

Resolvida dentro das VPCs

Associada a uma ou mais VPCs. Os nomes não aparecem para quem consulta de fora da rede.

VPCRecursos dentro da sua rede na AWS
Route 53Private Hosted Zone associada à VPC
Private DNS RecordsNomes resolvidos apenas internamente

Public Hosted Zone

Nomes publicados para a Internet

Private Hosted Zone

Nomes internos das suas VPCs

Quem consegue resolver
Public Hosted ZoneResolvers da Internet, em qualquer lugar.
Private Hosted ZoneRecursos dentro das VPCs associadas à zona.
Uso típico
Public Hosted ZoneSite, API e serviços publicados para clientes e parceiros.
Private Hosted ZoneNomes internos de aplicações, bancos de dados e serviços administrativos.
Delegação
Public Hosted ZoneOs Name Servers da zona precisam estar configurados no registrador do domínio.
Private Hosted ZoneNão há delegação pública: a associação com a VPC define o alcance.
Requisito de VPC
Public Hosted ZoneNenhum — a zona não depende de VPC.
Private Hosted ZoneA VPC precisa estar com o suporte a DNS habilitado para resolver a zona.
Exposição da informação
Public Hosted ZoneOs registros publicados são consultáveis por qualquer pessoa.
Private Hosted ZoneOs nomes não aparecem para quem está fora das VPCs associadas.
Health checks nas respostas
Public Hosted ZoneDisponível nas políticas que utilizam verificação de integridade.
Private Hosted ZoneZonas privadas têm particularidades na associação de health checks — validado no laboratório.

Uma mesma organização costuma ter os dois tipos: a zona pública que o cliente enxerga e a zona privada que só os recursos da VPC resolvem. Saber em qual delas um nome deve existir é metade do trabalho.

  • A Hosted Zone é o contêiner dos registros de um domínio dentro da conta AWS.
  • Criar a zona não é o mesmo que delegar o domínio a ela: a delegação acontece no registrador.
  • Cada zona recebe seu próprio conjunto de Name Servers, informados pela AWS.
  • Duas zonas para o mesmo domínio não se somam — apenas uma responde de fato.
  • A cobrança de Hosted Zones e consultas é feita pela AWS e deve ser acompanhada na conta.
Tipos de registro

Cada registro responde a uma pergunta diferente

Escolher o tipo certo não é detalhe: é o que define se o nome pode ficar na raiz do domínio, se ele acompanha a mudança do destino e quanto tempo a resposta antiga continua circulando.

  • A

    Address

    Associa um nome a um endereço IPv4.

    app.exemplo.com.br → 203.0.113.10

    Caso de uso
    Publicar um serviço cujo endereço IPv4 é conhecido e estável.

  • AAAA

    IPv6 Address

    Associa um nome a um endereço IPv6.

    app.exemplo.com.br → 2001:db8::10

    Caso de uso
    Atender clientes que chegam por IPv6, junto com o registro A.

  • CNAME

    Canonical Name

    Aponta um nome para outro nome, que será resolvido em seguida.

    www.exemplo.com.br → app.exemplo.com.br

    Caso de uso
    Criar um apelido para um serviço cujo destino pode mudar de endereço.

  • Alias

    Alias Record

    Recurso do Route 53 que aponta um nome para recursos AWS compatíveis e para outros registros da mesma zona.

    exemplo.com.br → load balancer da aplicação

    Caso de uso
    Apontar a raiz do domínio para um recurso AWS, onde o CNAME não é permitido.

    recurso do Route 53
  • MX

    Mail Exchange

    Indica os servidores que recebem e-mail do domínio e a prioridade entre eles.

    exemplo.com.br → 10 mail.provedor.com

    Caso de uso
    Direcionar o e-mail do domínio para o provedor contratado.

  • TXT

    Text

    Guarda texto associado ao nome, lido por serviços que fazem validações.

    exemplo.com.br → "v=spf1 include:_spf.provedor.com ~all"

    Caso de uso
    Verificação de domínio e políticas de e-mail como SPF, DKIM e DMARC.

  • NS

    Name Server

    Declara os servidores autoritativos da zona ou delega um subdomínio.

    exemplo.com.br → ns-xxx.awsdns-xx.com

    Caso de uso
    Delegar a zona ao Route 53 ou delegar um subdomínio a outra zona.

  • SOA

    Start of Authority

    Descreve a zona: servidor primário, contato e parâmetros administrativos.

    exemplo.com.br → ns-xxx.awsdns-xx.com. contato. (…)

    Caso de uso
    Existe em toda zona e é criado junto com ela.

  • SRV

    Service

    Publica o host e a porta de um serviço específico, com prioridade e peso.

    _sip._tcp.exemplo.com.br → 10 60 5060 sip.exemplo.com.br

    Caso de uso
    Serviços que localizam seus servidores por consulta DNS, quando aplicável.

  • CAA

    Certification Authority Authorization

    Declara quais autoridades certificadoras podem emitir certificados para o domínio.

    exemplo.com.br → 0 issue "amazon.com"

    Caso de uso
    Restringir a emissão de certificados a autoridades autorizadas.

Os exemplos usam nomes e endereços de documentação (RFC 5737 e RFC 3849) e servem para ilustrar o formato — não correspondem a nenhum ambiente real.

Alias × CNAME

Dois caminhos para apontar um nome — e eles não são intercambiáveis

A pergunta que resolve a escolha é simples: o destino é um nome qualquer, ou é um recurso da AWS? A resposta define o que você pode fazer na raiz do domínio, como o TTL se comporta e como as consultas são cobradas.

CNAME

www.exemplo.com.brapp.exemplo.com.brhostname
Um nome apontando para outro nome. O cliente resolve o destino em uma nova consulta.

Alias

exemplo.com.brload balancer da aplicaçãoAWS resource
Um nome apontando para um recurso AWS compatível — inclusive na raiz do domínio.

CNAME

Tipo padrão do DNS

Alias

Recurso do Amazon Route 53

Para onde aponta
CNAMEPara outro nome DNS, que será resolvido em uma nova consulta.
AliasPara recursos AWS compatíveis e para outros registros da mesma Hosted Zone.
Na raiz do domínio (zone apex)
CNAMENão é permitido pelo padrão DNS conviver com os demais registros obrigatórios da raiz.
AliasPermitido — é o caminho para apontar exemplo.com.br a um recurso AWS.vantagem
Tipo do registro
CNAMEUm tipo padrão do DNS, reconhecido por qualquer servidor.
AliasRecurso do Route 53: o cliente recebe a resposta final, sem ver um passo intermediário.
TTL
CNAMEVocê define o valor do registro.
AliasPara recursos AWS, o TTL é determinado pelo próprio serviço de destino.
Avaliação de saúde do destino
CNAMEDepende de um health check configurado por você.
AliasPode usar a avaliação de integridade do próprio recurso AWS de destino.vantagem
Cobrança das consultas
CNAMEConsultas cobradas conforme a tabela do serviço.
AliasConsultas a Alias que apontam para recursos AWS compatíveis não são cobradas.vantagem
Destino fora da AWS
CNAMEAponta para qualquer nome, dentro ou fora da AWS.vantagem
AliasNão aponta para destinos externos — para isso, use CNAME.

O Alias é um recurso importante do Route 53 para determinados recursos AWS, e a lista de destinos suportados é definida e atualizada pela AWS. Antes de desenhar uma arquitetura, confirme na documentação oficial se o serviço de destino é compatível.

Destinos típicos de um registro Alias

Os casos mais comuns no dia a dia. A relação completa e atualizada de destinos suportados é definida pela AWS.

  • Elastic Load Balancing

    O caso mais comum: a raiz do domínio apontando para o load balancer da aplicação.

  • CloudFront

    Distribuições da CDN, quando o nome faz parte dos nomes alternativos do recurso.

  • S3 website endpoint

    Buckets configurados como site estático, conforme as regras do serviço.

  • API Gateway

    Domínios personalizados de APIs publicadas no serviço.

  • VPC Endpoint

    Endpoints de interface, em cenários de acesso privado a serviços.

  • Registro da mesma zona

    Um Alias pode apontar para outro registro da própria Hosted Zone.

CNAME aponta para um nome. Alias aponta para um recurso.

Confirme na documentação oficial da AWS se o serviço de destino aceita registro Alias antes de fechar a arquitetura.

Políticas de roteamento

O mesmo nome, respostas diferentes

É aqui que o Route 53 deixa de ser uma lista de registros e passa a ser uma ferramenta de arquitetura: a política define qual resposta cada consulta recebe.

  • Simple

    Uma resposta, sem decisão adicional

    A política padrão. O registro tem um destino e o Route 53 responde com ele, sem avaliar peso, região ou saúde.

    Cenário
    Um site com um único destino, sem necessidade de distribuição ou contingência.

  • Weighted

    Vários destinos com pesos relativos

    Vários registros com o mesmo nome e tipo, cada um com um peso. O peso relativo influencia a proporção de respostas ao longo do tempo.

    Cenário
    Liberar uma versão nova para uma fatia do tráfego antes de ampliar o alcance.

    Peso influencia a distribuição das respostas, não garante uma divisão exata de requisições.

  • Latency-Based

    Conforme as medições de latência da AWS

    Registros associados a Regiões da AWS. A resposta considera as medições de latência entre a origem da consulta e as Regiões configuradas.

    Cenário
    Uma aplicação implantada em mais de uma Região, atendendo públicos distantes.

    É uma escolha baseada em medições de latência, não uma medição do servidor "mais rápido" no momento da consulta.

  • Failover

    Primário e secundário, guiados pelo health check

    Um registro primário e um secundário. Quando o health check do primário indica falha, a zona passa a responder com o secundário.

    Cenário
    Manter um destino de contingência pronto para assumir quando o principal falhar.

    A troca depende do intervalo do health check e do TTL ainda em cache — não é instantânea.

  • Geolocation

    Conforme a localização de quem consulta

    Respostas diferentes por continente, país ou, em alguns países, por subdivisão — com um registro padrão para o que não casar.

    Cenário
    Servir conteúdo em idioma ou versão específicos conforme o país de origem.

    Decide por localização estimada, não por latência. Configure sempre um registro padrão.

  • Geoproximity

    Proximidade geográfica com ajuste de viés

    Considera a distância entre quem consulta e o recurso, com um viés (bias) que amplia ou reduz a área atendida por cada destino.

    Cenário
    Deslocar parte do tráfego de uma região para outra sem alterar os recursos.

    Configurada por meio do Traffic Flow do Route 53 — verifique os requisitos atuais na documentação.

  • Multivalue Answer

    Várias respostas, com verificação de saúde

    Devolve múltiplos valores para o mesmo nome, podendo associar um health check a cada registro e responder apenas com os saudáveis.

    Cenário
    Distribuir consultas entre vários destinos com uma verificação de saúde simples.

    Não substitui um load balancer: a decisão final de qual resposta usar é do cliente.

  • IP-Based

    Conforme o bloco de origem da consulta

    Associa blocos CIDR de origem a destinos específicos, para cenários em que a rede de origem é conhecida.

    Cenário
    Direcionar operadoras ou redes específicas para um destino definido.

    Recurso adicional do serviço — confirme disponibilidade e requisitos na documentação atual.

Cada política responde a uma pergunta diferente: dividir tráfego, aproximar o usuário, contornar uma falha ou separar públicos. Trocar uma pela outra muda o comportamento inteiro da resolução.

Weighted Routing

Dividir o tráfego entre destinos — com critério

Vários registros com o mesmo nome, cada um com um peso. É a política usada para liberar uma versão nova aos poucos, testar um destino alternativo ou esvaziar um ambiente antes de desligá-lo.

Route 53

app.exemplo.com.br

exemplo didático
  • Server A

    80%

    Versão atual da aplicação

  • Server B

    20%

    Versão em validação

Exemplo didático de distribuição por peso. As barras representam a proporção configurada, não a medição de um ambiente real.

Peso é proporção, não garantia

  • Vários registros com o mesmo nome e o mesmo tipo, cada um com seu peso.
  • A proporção entre os pesos influencia a frequência com que cada resposta é devolvida.
  • Peso zero remove um destino das respostas sem apagar o registro.
  • Health checks podem ser associados aos registros, retirando das respostas o que estiver indisponível.
  • O cache dos resolvers faz com que a distribuição observada seja uma tendência, e não uma divisão exata.

O exemplo 80/20 é didático. Pesos influenciam a proporção de respostas DNS ao longo do tempo; eles não garantem a distribuição exata das requisições que chegam à aplicação, porque cada resposta fica em cache por um intervalo e atende um número variável de acessos.

Latency-Based Routing

A resposta que considera a latência até cada Região

Uma aplicação implantada em mais de uma Região da AWS pode responder pelo mesmo nome. A política escolhe qual Região devolver com base nas medições de latência mantidas pela AWS.

Route 53

latency-based routing

  • Região A

    Aplicação implantada na primeira Região

    Consultas originadas mais próximas desta Região

  • Região B

    Mesma aplicação, implantada em outra Região

    Consultas originadas mais próximas da outra Região

Exemplo conceitual com duas Regiões. As Regiões efetivamente utilizadas dependem de onde a sua aplicação estiver implantada.

Latência medida, não adivinhada

  • Cada registro é associado a uma Região da AWS onde a aplicação está implantada.
  • A AWS mantém medições de latência entre localidades e Regiões, usadas para escolher a resposta.
  • A escolha considera a localização do resolver que fez a consulta, não a do usuário final.
  • Health checks podem ser associados, para que uma Região indisponível deixe de ser respondida.
  • Implantar a aplicação nas Regiões envolvidas é pré-requisito — a política só escolhe entre o que existe.

A política escolhe a resposta com base nas medições de latência mantidas pela AWS entre a origem da consulta e as Regiões configuradas. Não é uma medição em tempo real do servidor "mais rápido", nem uma decisão por distância geográfica — para isso existem as políticas Geolocation e Geoproximity.

Geolocation Routing

Públicos diferentes, respostas diferentes

Quando a decisão é de conteúdo — idioma, versão regional, requisito legal — o critério deixa de ser desempenho e passa a ser a origem da consulta.

Exemplo conceitual
  • BrasilResource AConsultas atribuídas ao Brasil recebem o destino definido para o país.
  • Estados UnidosResource BOutro país, outro registro — com conteúdo ou versão própria.
  • EuropaResource CRegras por continente atendem a um conjunto inteiro de países.
  • DefaultResource padrãoO registro padrão responde ao que não casar com nenhuma regra. Sem ele, essas consultas ficam sem resposta.obrigatório na prática

Localização não é latência

  • As regras podem ser definidas por continente, por país e, em alguns países, por subdivisão.
  • A regra mais específica que casar com a origem da consulta é a que responde.
  • O registro padrão é o que evita consultas sem resposta — configure-o sempre.
  • A localização é estimada a partir da origem da consulta e pode não corresponder ao usuário final.
  • Geolocation separa públicos; Latency-Based escolhe por latência. São critérios diferentes.

Exemplo conceitual. Geolocation decide pela localização estimada de quem consulta — não confunda com Latency-Based Routing, que decide a partir das medições de latência entre a origem e as Regiões da AWS.

Geoproximity resolve outra pergunta: a proximidade entre usuário e recurso, com ajuste de viés — e é configurada pelo Traffic Flow do Route 53.

Failover Routing

Quando o primário cai, quem responde?

Configurar um registro secundário é fácil. O que separa uma contingência real de uma configuração decorativa é entender — e testar — o intervalo entre a falha e a troca.

Route 53Failover Routing Policy
Health CheckVerificação periódica do endpoint primário

o estado do health check decide qual registro responde

PrimaryResponde enquanto estiver saudável
SecondaryAssume quando o primário falha
O health check é o que informa à zona o estado do primário. Sem ele, não existe failover — apenas dois registros.

O que acontece entre a falha e a troca

  1. Operação normal

    O health check do primário está saudável e a zona responde com o registro primário.

  2. Primary unhealthy

    As verificações passam a falhar e, atingido o limite configurado, o health check muda de estado.

  3. Secondary assume

    A zona passa a responder com o registro secundário nas novas consultas que chegam até ela.

  4. O cache ainda existe

    Clientes que já tinham a resposta anterior continuam usando-a até o TTL expirar. É esse intervalo que se planeja.

  5. Retorno do primário

    Quando o health check volta a indicar saúde, as novas respostas voltam a apontar para o primário.

  • O registro primário e o secundário usam o mesmo nome e o mesmo tipo.
  • O health check associado ao primário é o que determina a mudança de resposta.
  • O TTL define quanto tempo respostas antigas continuam circulando nos resolvers.
  • Failover também existe na forma de registros Alias com avaliação de integridade do destino.
  • O comportamento precisa ser testado no laboratório — configuração não validada não é contingência.

DNS Failover não é instantâneo. Entre a falha e a mudança efetiva existem o intervalo das verificações, o limite de falhas configurado e o TTL ainda válido em cache. Planejar esse intervalo faz parte do desenho da arquitetura.

DNS é invisível quando funciona. E crítico quando para.

Health Checks

O DNS que sabe quando o destino parou de responder

Sem verificação de saúde, uma zona continua respondendo com um endereço que não atende mais ninguém. O health check é o que permite ao Route 53 deixar de devolver um destino indisponível.

route 53 · health checksdados demonstrativos
  • app-primaryhttps://app.exemplo.com.br/healthRespondendo dentro do esperado nas últimas verificaçõeshealthy
  • api-primaryhttps://api.exemplo.com.br/statusVerificação com validação do conteúdo da respostahealthy
  • app-secondaryhttps://dr.exemplo.com.br/healthDestino de contingência, verificado continuamentehealthy
  • legacy-nodehttp://203.0.113.42:8080/Falhas consecutivas acima do limite configuradounhealthy
Painel ilustrativo com dados demonstrativos. Os estados exibidos não refletem nenhum ambiente real e servem apenas para mostrar como a verificação aparece no dia a dia.
  • Verificação de endpoint

    O Route 53 consulta periodicamente um endereço ou nome, a partir de verificadores distribuídos, e avalia a resposta.

  • Busca no corpo da resposta

    Além do código de resposta, a verificação pode exigir que um texto específico apareça no início do corpo retornado.

  • Health check calculado

    Combina o estado de outros health checks, permitindo descrever a saúde de um conjunto de componentes.

  • Baseado em alarme do CloudWatch

    Usa o estado de um alarme como fonte da verificação — útil para o que não é medido por uma requisição HTTP.

  • A verificação parte de verificadores distribuídos pela AWS, e não de um único ponto.
  • O intervalo entre as verificações e o número de falhas até mudar de estado são configuráveis.
  • Protocolos e opções disponíveis são definidos pelo serviço — confirme os atuais na documentação.
  • Um health check pode ser associado a registros de diferentes políticas de roteamento.
  • O estado dos health checks é publicado como métrica no CloudWatch e pode gerar alarmes.
Private DNS + VPC

Nomes internos que não saem da sua rede

Serviços internos não precisam — e muitas vezes não devem — existir em uma zona pública. A Private Hosted Zone dá nome a eles dentro da VPC, sem publicar nada para a Internet.

AWS VPC

internal.company

lab example
  • APP01

    app01.internal.company

  • APP02

    app02.internal.company

  • DB01

    db01.internal.company

  • API01

    api01.internal.company

Private Hosted Zoneassociada à VPC
Exemplos de laboratório. O domínio internal.company e os nomes acima são fictícios e existem apenas para ilustrar a estrutura de uma zona privada.

O mesmo nome pode responder de duas formas diferentes

Uma zona pública e uma privada podem conter o mesmo domínio com valores distintos: quem consulta de fora recebe o endereço público; quem consulta de dentro da VPC recebe o interno. É um recurso poderoso — e uma fonte clássica de confusão quando ninguém documentou que ele existe.

  • A Private Hosted Zone é associada a uma ou mais VPCs, que passam a resolver seus nomes.
  • A VPC precisa estar com o suporte a DNS habilitado para que a resolução funcione.
  • O mesmo nome pode existir em uma zona pública e em uma privada com respostas diferentes.
  • Nomes internos deixam de depender de endereços IP anotados em documentação.
  • Compartilhar uma zona privada entre VPCs de contas diferentes tem requisitos próprios.

Nem todo nome precisa ser público. Serviços internos merecem uma zona própria.

Route 53 Resolver

Conectando DNS Cloud e ambientes híbridos.

Poucas empresas migram tudo de uma vez. Enquanto parte da infraestrutura continua no datacenter e parte já está na AWS, os dois lados precisam resolver os nomes um do outro.

On-Premises DNSServidores DNS da rede corporativa
Conectividade privadaVPN ou conexão dedicada entre a rede e a AWS
Route 53 ResolverEndpoints e regras de encaminhamento

consultas atravessam nos dois sentidos, conforme as regras

AWS VPCRecursos e Private Hosted Zones
Arquitetura de referência de DNS híbrido. A conectividade entre a rede e a AWS é pré-requisito — o Resolver atua sobre ela, não no lugar dela.
  • Inbound Endpoint

    da rede corporativa para a AWS

    Permite que servidores DNS de fora enviem consultas ao Resolver da VPC, resolvendo nomes de zonas privadas.

  • Outbound Endpoint

    da AWS para a rede corporativa

    Permite que consultas originadas na VPC sejam encaminhadas para servidores DNS externos.

  • Resolver Rules

    quem encaminha o quê

    Definem quais domínios são encaminhados, para quais servidores e a partir de quais VPCs.

  • Hybrid DNS

    os dois lados resolvendo o mesmo nome

    O resultado dos três anteriores: ambientes híbridos em que nomes internos resolvem dos dois lados.

A arquitetura de DNS híbrido envolve rede, roteamento e permissões além do próprio Route 53. O curso apresenta os componentes e o laboratório demonstra o fluxo — valide os requisitos atuais na documentação da AWS antes de levar o desenho para produção.

Integração com a AWS

O nome pelo qual os outros serviços são encontrados

Um recurso na AWS existe com um endereço gerado pelo próprio serviço. É o Route 53 que dá a ele o nome que a sua empresa usa — e é nesse ponto que quase toda arquitetura passa por aqui.

Amazon Route 53

DNS da sua arquitetura

  • EC2

    Instâncias publicadas por registros A ou AAAA, com o endereço da instância.

  • Elastic Load Balancing

    Destino clássico de um registro Alias, inclusive na raiz do domínio.

  • CloudFront

    Distribuições da CDN atendendo pelo nome do seu domínio.

  • S3

    Buckets configurados como site estático, conforme as regras do serviço.

  • API Gateway

    Domínios personalizados para APIs publicadas no serviço.

  • VPC

    Zonas privadas associadas às VPCs e o Resolver que as atende.

  • CloudWatch

    Métricas e alarmes de health checks e de consultas às zonas.

  • ACM

    Validação de certificados por DNS, com registros criados na Hosted Zone.

O Route 53 não trabalha sozinho: ele é o nome pelo qual os demais serviços são encontrados. Cada integração acima é apresentada no curso com o caminho de configuração correspondente — e cada uma deve ser confirmada na documentação atual da AWS, que é quem define os destinos suportados.

Alta disponibilidade

O DNS escolhe o destino antes da primeira conexão

Antes de qualquer balanceamento, antes de qualquer requisição, existe uma consulta DNS. O que essa consulta responde define para onde o cliente vai — e se ele vai para um destino que ainda está de pé.

UsuáriosConsultas chegando de origens diferentes
Route 53Política de roteamento da aplicação
Health ChecksEstado de cada destino configurado

destinos sem saúde deixam de ser respondidos

Região AAplicação A
Região BAplicação B
Arquitetura de referência com dois destinos. As Regiões e os recursos dependem do desenho de cada ambiente.

Resiliência é um conjunto, não um recurso

  • O DNS participa da arquitetura: ele escolhe para onde o cliente vai antes da primeira conexão.
  • Health checks retiram das respostas os destinos que deixaram de responder.
  • Políticas de roteamento distribuem, aproximam ou contornam, conforme o desenho escolhido.
  • O TTL define a rapidez com que uma mudança alcança os clientes já atendidos.
  • Resiliência depende de todas as camadas: aplicação, dados, rede — e também do DNS.

Aprenda como DNS, Health Checks e políticas de roteamento podem participar de arquiteturas resilientes.

Nenhuma configuração de DNS garante disponibilidade absoluta. O Route 53 é um componente de uma arquitetura resiliente, e o resultado depende do conjunto — aplicação, dados, rede e operação.

Monitoramento

Saber antes do chamado chegar

O estado dos health checks, o volume de consultas e o histórico das alterações contam a mesma história que o usuário só percebe quando a página não abre.

painel · route 53 e cloudwatchdados demonstrativos
  • Health checks saudáveis

    3 / 4

    um endpoint abaixo do limite configurado

  • Consultas na zona

    métrica disponível no CloudWatch

  • Alarmes ativos

    1

    alarme associado ao endpoint legado

  • Registro respondendo

    primary

    política de failover em operação normal

Mockup com dados demonstrativos. Os valores acima ilustram a leitura de um painel de monitoramento e não correspondem a nenhum ambiente real.
  • Health Checks

    O estado de cada verificação e o histórico de mudanças, disponíveis no console e como métrica.

  • CloudWatch Metrics

    Métricas publicadas pelo serviço, incluindo o estado dos health checks e o volume de consultas às zonas.

  • Query Logging

    Registro das consultas recebidas, disponível para zonas públicas e para o Resolver, conforme a configuração.

  • Alertas

    Alarmes do CloudWatch sobre as métricas do serviço, notificando antes que o chamado chegue.

  • Disponibilidade

    Acompanhar ao longo do tempo quanto cada destino ficou indisponível, e não apenas o estado atual.

  • Troubleshooting

    Os mesmos dados usados no diagnóstico: o que mudou, quando mudou e o que o serviço respondia antes.

AWS CLI

A mesma administração, pela linha de comando

O console ensina o que cada configuração faz. A linha de comando é o que torna a operação repetível, conferível e, no passo seguinte, automatizável.

aws-cli · amazon route 53
  • aws route53 list-hosted-zonesLista as Hosted Zones da conta, com id, nome e se são privadas.
  • aws route53 get-hosted-zone --id <ID>Detalha uma zona específica, incluindo os Name Servers atribuídos a ela.
  • aws route53 list-resource-record-sets --hosted-zone-id <ID>Lista todos os registros da zona — o inventário que o console mostra em páginas.
  • aws route53 change-resource-record-sets --hosted-zone-id <ID> --change-batch file://mudanca.jsonCria, altera ou remove registros a partir de um arquivo de mudança versionável.
  • aws route53 get-change --id <CHANGE_ID>Acompanha o status de uma alteração enviada à zona.
  • aws route53 list-health-checksLista os health checks configurados na conta.
  • aws route53 get-health-check --health-check-id <ID>Mostra a configuração de um health check específico.
  • aws route53 get-health-check-status --health-check-id <ID>Consulta o resultado das verificações mais recentes desse health check.
  • aws route53 test-dns-answer --hosted-zone-id <ID> --record-name <NOME> --record-type APergunta ao serviço qual resposta ele devolveria — sem depender do cache local.
  • aws route53resolver list-resolver-endpointsLista os endpoints do Route 53 Resolver, usados nos cenários híbridos.
Os comandos acima são estáticos e servem para mostrar como as mesmas operações do console aparecem na linha de comando. Os parâmetros entre <> devem ser substituídos pelos identificadores do seu ambiente. Confirme a sintaxe da sua versão com `aws route53 help`.
  • A CLI usa as credenciais e o perfil configurados na sua máquina — as permissões vêm do IAM.
  • Alterações em registros são enviadas como um lote de mudanças, que pode ser versionado.
  • Consultar pela CLI evita o cache local e mostra o que o serviço realmente tem configurado.
  • O mesmo comando que inspeciona hoje vira o script de inventário de amanhã.

Um SysAdmin moderno precisa saber administrar pela interface e pela linha de comando.

Automação

Do clique no console à configuração como código

A primeira zona se cria no console. A décima, não: ela se descreve, se revisa e se versiona — e é assim que uma mudança de DNS deixa de depender da memória de quem a fez.

AWS ConsoleOnde se aprende o que cada configuração faz
AWS CLIA mesma operação, repetível e conferível
AutomaçãoScripts e chamadas de API no lugar do clique
Infrastructure as CodeA configuração descrita, revisada e versionada
A evolução natural da operação. Cada etapa continua valendo — a seguinte apenas torna a anterior repetível.
  • AWS CLI

    O primeiro passo fora do console — e o que o curso pratica no laboratório.

  • CloudFormation

    A descrição declarativa dos recursos na ferramenta nativa da AWS.

  • Terraform

    Alternativa muito usada no mercado para descrever infraestrutura como código.

  • SDK e API

    As mesmas operações chamadas a partir das suas próprias aplicações.

Estas ferramentas são apresentadas conceitualmente, para mostrar o caminho que a configuração percorre do console até o código. Este treinamento é de Route 53 — ele não substitui um curso completo de CloudFormation, Terraform ou desenvolvimento com SDK.

Do clique no console à configuração descrita como código.

Segurança

A zona é pequena. O estrago de um erro nela, não

Uma linha alterada em um registro derruba um serviço inteiro em segundos — e o cache faz o erro durar mais do que a correção. Proteger a configuração é parte do trabalho.

  • Permissões de acesso

    Quem pode criar, alterar e apagar registros. Uma mudança errada na zona tira uma aplicação do ar em segundos.

  • Registro de consultas

    Query logging para zonas públicas e para o Resolver, quando aplicável ao seu cenário.

  • DNSSEC

    Assinatura de zonas, disponível no serviço com requisitos próprios. Apresentado no curso com as ressalvas do recurso.

  • Exposição de nomes

    O que está em uma zona pública é consultável por qualquer pessoa. Nomes internos pertencem a uma zona privada.

  • Delegação e domínio

    A proteção do registrador e da delegação importa tanto quanto a configuração da zona.

  • Controle de mudanças

    Alterações descritas, revisadas e versionadas — para que a zona tenha histórico, e não surpresas.

Recursos de segurança do serviço, como DNSSEC e o registro de consultas, têm requisitos e limitações próprios definidos pela AWS. O curso apresenta cada um com suas ressalvas e o laboratório demonstra o que é aplicável ao cenário proposto.

Troubleshooting

DNS não funciona? Pare de adivinhar.

O mesmo sintoma — o nome não resolve — aparece por causas completamente diferentes. Reconhecer o sintoma e saber qual camada investigar primeiro é o que separa uma resposta em cinco minutos de uma tarde inteira trocando valores no escuro.

dns · sintomas e primeira pergunta
  • domainDomain Not ResolvingA delegação aponta para os Name Servers desta zona, ou para outro provedor?
  • nxdomainNXDOMAINO nome realmente existe na zona consultada — ou foi criado em outra Hosted Zone?
  • servfailSERVFAILA falha está na zona, na cadeia de delegação ou no resolver que você está usando?
  • nsWrong Name ServersOs NS no registrador são exatamente os que a AWS atribuiu a esta zona?
  • recordIncorrect RecordO tipo escolhido responde à pergunta certa, e o valor aponta para o destino atual?
  • ttlTTL ainda em cacheQuanto tempo falta para a resposta antiga expirar nos resolvers do caminho?
  • aliasAlias mal configuradoO destino do Alias é compatível e continua existindo na conta?
  • cnameCNAME onde não cabeO nome é a raiz do domínio, ou precisa conviver com outros registros?
  • zoneHosted Zone duplicadaExistem duas zonas para o mesmo domínio? Qual delas está de fato delegada?
  • healthHealth check falhandoO endpoint responde aos verificadores da AWS, ou só à sua máquina?
  • failoverFailover não trocouO health check mudou de estado — e o TTL anterior já expirou nos clientes?
  • privatePrivate DNS não resolveA zona está associada a esta VPC e o suporte a DNS da VPC está habilitado?
  • resolverResolver e DNS híbridoA regra de encaminhamento cobre este domínio, a partir desta VPC?
  • delegationSubdomínio sem delegaçãoA zona pai tem os registros NS que apontam para a zona do subdomínio?
  • cache"É propagação"É realmente propagação, ou é cache com TTL ainda válido em algum ponto do caminho?
Sintomas tratados no módulo de troubleshooting e reproduzidos no laboratório, em ambiente controlado.
diagnóstico · consulta e verificação
  • nslookup app.exemplo.com.brA consulta rápida, disponível em qualquer sistema — inclusive no Windows.
  • nslookup -type=NS exemplo.com.brMostra os Name Servers que respondem pelo domínio: a delegação em si.
  • dig app.exemplo.com.br A +noall +answerA resposta limpa, sem o ruído das demais seções.
  • dig exemplo.com.br +traceO caminho inteiro, do root ao servidor autoritativo — onde a cadeia quebra fica visível.
  • dig @ns-xxx.awsdns-xx.com app.exemplo.com.brPergunta direto ao servidor autoritativo, ignorando o cache do resolver.
  • Resolve-DnsName app.exemplo.com.br -Type AO equivalente em PowerShell, para quem administra estações e servidores Windows.
  • aws route53 test-dns-answer --hosted-zone-id <ID> --record-name app.exemplo.com.br --record-type AQual resposta o serviço devolveria agora, segundo a própria AWS.
  • aws route53 list-resource-record-sets --hosted-zone-id <ID>O que está realmente configurado na zona, sem depender da leitura do console.
Comandos estáticos, apresentados como referência do método. Os nomes usados são de documentação e os identificadores entre <> devem ser substituídos pelos do seu ambiente.
  • nslookup e dig

    As ferramentas de consulta que respondem o que o DNS está devolvendo agora.

  • Resolve-DnsName

    A consulta DNS pelo PowerShell, no ambiente Windows que você já administra.

  • AWS CLI

    O que a zona tem configurado e qual resposta o serviço devolveria.

  • Console e CloudWatch

    Estado dos health checks, métricas e histórico das alterações da zona.

O método vale mais que a solução decorada

Trocar valores até algo responder encerra o chamado e não ensina nada: na próxima vez, a investigação começa do zero. Entender a causa resolve os dois problemas — e reduz o próximo chamado igual a alguns minutos.

  • Reproduzir a consulta: o nome exato, o tipo correto e a partir do resolver certo.
  • Separar as camadas: delegação, zona, registro, TTL e cache do cliente.
  • Perguntar direto ao servidor autoritativo, para saber o que existe sem o ruído do cache.
  • Comparar o que a zona tem configurado com o que o cliente está recebendo.
  • Confirmar a hipótese com uma mudança mínima — e registrar a causa encontrada.

Aprenda a investigar o caminho da resolução DNS e encontrar a causa do problema.

DNS não funciona? Pare de adivinhar.

Laboratório

Aprenda administrando um domínio de verdade

Você não vai apenas assistir às aulas. A proposta é levantar uma zona completa na sua conta AWS, publicar os registros, aplicar as políticas — e então quebrá-las de propósito, para aprender a diagnosticar.

Do domínio delegado ao failover testado

O laboratório é conduzido na sua própria conta AWS: uma Hosted Zone pública, uma privada, registros de verdade, health checks reais e políticas de roteamento aplicadas ao mesmo nome — inclusive quebradas de propósito, porque diagnosticar é a metade do trabalho que ninguém ensina.

  • Hosted Zone pública criada e delegação conferida a partir dos Name Servers da AWS
  • Registros A, AAAA, CNAME, MX e TXT criados e validados por consulta
  • Registro Alias aplicado na raiz do domínio, apontando para um recurso AWS
  • TTL alterado de propósito, com o efeito observado na resposta dos resolvers
  • Health check configurado sobre um endpoint e acompanhado até mudar de estado
  • Weighted Routing aplicado ao mesmo nome, com a proporção das respostas observada
  • Failover Routing testado com o primário derrubado de propósito
  • Private Hosted Zone associada a uma VPC e resolvida de dentro dela
  • Resolução comparada entre a zona pública e a privada para o mesmo nome
  • Componentes do Route 53 Resolver apresentados no cenário híbrido
  • Inventário da zona e dos health checks levantado pela AWS CLI
  • Falhas de resolução provocadas e diagnosticadas até a causa

Amazon Route 53

laboratório na sua conta AWS

  • Domínio

    Um domínio de teste, delegado à Hosted Zone criada por você.

  • Public Hosted Zone

    A zona pública com os registros do site, da API e do e-mail.

  • Health Check

    A verificação que decide qual registro responde na política de failover.

  • Routing Policy

    Weighted, Latency e Failover aplicadas ao mesmo nome, uma de cada vez.

  • Resource A / Resource B

    Dois destinos distintos, para observar qual deles a zona devolve.

  • Private Hosted Zone

    A zona interna associada à VPC, com os nomes que não saem da rede.

Topologia de referência do laboratório. Os recursos criados na sua conta podem gerar cobrança pela AWS.
  • AWS Console
  • Amazon Route 53
  • Domains
  • Hosted Zones
  • DNS Records
  • Alias
  • TTL
  • Health Checks
  • Routing Policies
  • VPC
  • Private DNS
  • Route 53 Resolver
  • CloudWatch
  • AWS CLI
Projeto final

Projeto Final — DNS e Alta Disponibilidade na AWS

Uma empresa com um domínio público, uma aplicação principal e uma secundária, recursos dentro de uma VPC, serviços internos que não devem ser publicados, monitoramento e um plano de contingência que precisa ser testado — não apenas configurado.

Arquitetura pública

DomainO domínio público do cenário
Route 53DNS autoritativo da aplicação
Hosted ZoneZona pública do domínio
DNS RecordsSite, API, e-mail e verificações
Routing PolicyA política escolhida para o cenário
Health CheckA verificação que sustenta a contingência
ApplicationPrincipal e secundária

Arquitetura interna

Private DNSZona interna do cenário
VPCA rede onde os serviços vivem
Internal ServicesAplicações, banco de dados e APIs internas
Cenário fictício construído para o projeto final. Os nomes, domínios e recursos são ilustrativos.

O que você entrega no final

O projeto final não introduz nenhum conceito novo: ele cobra todos os anteriores ao mesmo tempo. É a diferença entre saber onde fica cada configuração no console e conseguir entregar o DNS inteiro de um ambiente, coerente do primeiro registro ao teste de contingência.

  • Domínio delegado à Hosted Zone criada por você
  • Zona pública com os registros do site, da API e do e-mail
  • Registro Alias na raiz do domínio apontando para o recurso AWS
  • TTL definido com critério, registro a registro
  • Aplicação principal e aplicação secundária publicadas
  • Health check configurado sobre o endpoint principal
  • Política de roteamento escolhida e justificada para o cenário
  • Failover testado com o primário indisponível
  • Private Hosted Zone com os nomes dos serviços internos
  • VPC associada à zona privada e resolução validada de dentro dela
  • Monitoramento dos health checks acompanhado no CloudWatch
  • Inventário final da configuração levantado pela AWS CLI
Trilha de aprendizado

Sua jornada até dominar o Route 53

Cada etapa se apoia na anterior. Você avança dos fundamentos de DNS ao projeto de alta disponibilidade sem pular nenhuma base.

  1. Etapa 01

    Fundamentos de DNS

    O que o DNS resolve, a hierarquia por trás de um nome e o vocabulário usado do começo ao fim do curso.

  2. Etapa 02

    Route 53

    O que o serviço entrega, como ele é organizado e onde ele se encaixa dentro da AWS.

  3. Etapa 03

    Hosted Zones

    Zonas públicas e privadas, delegação e a relação entre domínio e zona.

  4. Etapa 04

    DNS Records

    A, AAAA, CNAME, Alias, MX, TXT, NS e SOA — e o TTL que acompanha cada um.

  5. Etapa 05

    Domains

    Registro, transferência e a delegação que torna a zona autoritativa de fato.

  6. Etapa 06

    Routing Policies

    Simple, Weighted, Latency, Failover, Geolocation, Geoproximity e Multivalue aplicadas na prática.

  7. Etapa 07

    Health Checks

    Verificação de endpoints, checks calculados e a ligação com o DNS Failover.

  8. Etapa 08

    Private DNS

    Zonas privadas, associação com VPCs e nomes internos que não saem da rede.

  9. Etapa 09

    Resolver

    Inbound, outbound, regras de encaminhamento e o cenário de DNS híbrido.

  10. Etapa 10

    AWS CLI

    As mesmas operações pela linha de comando, prontas para virar automação.

  11. Etapa 11

    Troubleshooting

    Método de diagnóstico aplicado a falhas provocadas no laboratório, do sintoma até a causa.

  12. Etapa 12

    Projeto Final

    O DNS completo de um ambiente com alta disponibilidade, planejado, construído e testado por você.

Conteúdo programático

Conteúdo completo do treinamento

Estrutura de referência do curso, dos fundamentos de DNS ao projeto final — incluindo Hosted Zones, registros, Alias, políticas de roteamento, Health Checks, Private DNS, Resolver, AWS CLI e troubleshooting. Abra cada módulo para ver os temas abordados.

30módulos155tópicos100%prático

  • Por que o DNS existe e o que ele resolve de fato
  • Nome, domínio, subdomínio, FQDN e zona
  • A hierarquia do DNS: root, TLD e domínios
  • Servidor autoritativo, resolver recursivo e cache
  • Como o curso e o laboratório estão organizados

Para quem é

Este treinamento faz sentido para você?

Clareza antes da compra evita frustração depois. Veja os dois lados.

Este treinamento é para você que:

  • quer evoluir como SysAdmin e levar seus fundamentos para a nuvem;
  • trabalha com suporte, Help Desk ou Service Desk e quer migrar para infraestrutura;
  • atua com infraestrutura, redes ou servidores Windows e Linux;
  • é responsável por DNS, domínios e pela disponibilidade das aplicações;
  • está começando na AWS e quer um serviço real para administrar de ponta a ponta;
  • conhece IP, DNS e redes, mas ainda não sabe como isso é implementado dentro da AWS;
  • quer entender políticas de roteamento, Health Checks e failover de verdade;
  • precisa publicar aplicações e nunca teve segurança sobre qual registro criar;
  • quer diagnosticar problemas de resolução em vez de esperar a "propagação";
  • pretende seguir para Cloud ou DevOps e quer uma base sólida de DNS.

Talvez não seja para você se:

  • procura apenas conteúdo teórico, sem colocar a mão no console da AWS;
  • não pretende criar uma conta AWS nem acompanhar os laboratórios;
  • quer apenas uma lista de registros prontos para copiar e colar;
  • busca preparação específica para uma prova de certificação AWS.
Benefícios

O que muda na sua rotina técnica

Escolha o registro certo, planeje o TTL antes da mudança, teste a contingência de verdade e diagnostique em vez de esperar a propagação.

  • Publicação com critério

    Você passa a escolher o tipo de registro pela pergunta que ele responde — e não pelo que costuma funcionar.

  • Diagnóstico em vez de espera

    Um nome que não resolve vira um roteiro de verificação com começo, meio e causa encontrada.

  • Mudanças planejadas

    TTL deixa de ser um número copiado e passa a ser uma decisão tomada antes da janela de manutenção.

  • Contingência testada

    Failover e health checks saem do papel: você sabe se a troca acontece e em quanto tempo.

  • Ponte para a nuvem

    O DNS que você já administra ganha o vocabulário da AWS: Hosted Zones, Alias, políticas e Resolver.

  • Conversa de igual para igual

    Hosted Zone, Alias, TTL, Weighted, Failover, Resolver: o vocabulário que separa quem opera de quem administra.

Carreira

Sua evolução de Suporte para Cloud SysAdmin

Ninguém troca de função por causa de um curso. A mudança acontece quando as competências se acumulam — e a nuvem passa a exigir de você os mesmos fundamentos, aplicados em outra arquitetura.

  1. Suporte

    Atendimento, chamados e as primeiras tarefas em servidores.

  2. Windows / Linux

    Os sistemas operacionais de servidor e a administração do dia a dia.

  3. Networking

    IP, roteamento, portas e a rede por onde tudo acontece.

  4. DNS

    O nome que traduz a infraestrutura para quem a consome.

  5. Virtualization

    Onde os servidores que você administra passam a existir.

  6. Cloud

    A mesma infraestrutura, entregue por um provedor e consumida por API.

  7. AWS

    Contas, Regiões, VPC e os serviços que sustentam as aplicações.

  8. Route 53

    O DNS da nuvem: zonas, registros, roteamento e disponibilidade.

  9. Cloud SysAdmin

    As competências reunidas em alguém que sustenta a infraestrutura inteira.

A nuvem não elimina os fundamentos de infraestrutura. Ela exige que você saiba aplicá-los em uma nova arquitetura.

Esta página descreve uma sequência de competências técnicas, não uma promessa de emprego, promoção, faixa salarial ou aprovação em certificação. O que acontece depois depende do seu contexto e da sua dedicação.

Traditional SysAdmin Cloud SysAdmin

  • DNSRoute 53
  • NetworkingVPC
  • ServersEC2
  • VirtualizationAuto Scaling
  • BalanceamentoLoad Balancing
  • MonitoramentoCloudWatch

Os fundamentos não desapareceram. Eles foram para a nuvem.

Sobre os custos da AWS

Alguns laboratórios podem utilizar recursos da AWS sujeitos a cobrança pela própria AWS. O aluno é responsável por acompanhar e controlar o consumo da sua conta.

  • A conta AWS é sua: a contratação, o uso e a fatura são a relação entre você e a AWS.
  • Hosted Zones, consultas, health checks e o registro de domínios podem gerar cobrança.
  • Este treinamento não afirma que os recursos utilizados são gratuitos nem promete Free Tier.
  • Consulte a página oficial de preços do Amazon Route 53 antes de criar qualquer recurso.
  • Acompanhe o consumo pelo painel de faturamento e remova o que não for mais necessário.
Instrutor

Aprenda com quem trabalha com infraestrutura na prática

Foto do instrutor Leonardo Duarte

Leonardo Duarte

CTO | Especialista em Infraestrutura de TI, Microsoft, Cloud e Cybersecurity

Leonardo Duarte atua há mais de duas décadas com infraestrutura de TI, conduzindo projetos de ambientes Microsoft, redes corporativas, cloud e segurança da informação.

Na função de CTO, participa do desenho, da implantação e da sustentação de ambientes em que a resolução de nomes é peça central — porque é o DNS que liga o nome digitado pelo usuário ao serviço que responde, e é dele que vem boa parte dos chamados difíceis de explicar.

A experiência em consultoria e em times internos moldou a abordagem do treinamento: explicar o porquê de cada decisão técnica e mostrar como validar o resultado dentro de um laboratório antes de levar a mudança para produção.

  • +25 anos de experiência
  • Infraestrutura de TI
  • Microsoft
  • Cloud
  • Cybersecurity
  • Projetos corporativos
Valor entregue

O que você recebe

Tudo o que está incluído no treinamento, antes de falarmos de preço.

  • Fundamentos de DNS

    Hierarquia, resolução, cache e TTL explicados antes da primeira configuração.

  • Amazon Route 53

    O serviço inteiro: console, conceitos e o lugar dele dentro da AWS.

  • Hosted Zones

    Zonas públicas e privadas, delegação e associação com VPCs.

  • DNS Records

    A, AAAA, CNAME, MX, TXT, NS, SOA — cada um com seu caso de uso.

  • Alias Records

    O recurso do Route 53 para apontar nomes a recursos AWS compatíveis.

  • Routing Policies

    Simple, Weighted, Latency, Failover, Geolocation, Geoproximity e Multivalue.

  • Health Checks

    Verificação de endpoints, checks calculados e alarmes como fonte.

  • DNS Failover

    Primário, secundário e o intervalo real entre a falha e a troca.

  • Private DNS e VPC

    Nomes internos resolvidos dentro da rede, sem exposição pública.

  • Route 53 Resolver

    Endpoints, regras e o cenário de DNS híbrido com a rede corporativa.

  • Monitoramento

    CloudWatch, alarmes e o registro de consultas, quando aplicável.

  • AWS CLI

    As operações da zona pela linha de comando, prontas para automação.

  • Troubleshooting

    Método de diagnóstico para nomes que não resolvem ou resolvem errado.

  • Laboratórios práticos

    Zonas, registros, health checks e políticas aplicadas na sua conta AWS.

  • Projeto Final

    DNS e alta disponibilidade na AWS, do domínio ao teste de contingência.

Certificado de conclusãoAcesso vitalícioGarantia de 7 dias

Investimento: R$ 297,00

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Um único treinamento, dos fundamentos de DNS ao projeto de alta disponibilidade na AWS.

Formação SysAdmin Cloud

AWS Route 53

DNS, Domínios, Roteamento, Health Checks e Alta Disponibilidade na AWS

  • Curso completo
  • Laboratórios práticos
  • Projeto final
  • Acesso vitalício
  • Certificado de conclusão
  • Garantia de 7 dias
  • Material complementar, quando disponibilizado
  • Atualizações futuras deste treinamento, quando aplicável

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Garantia de 7 dias

7 DIAS DE GARANTIA

Você terá 7 dias para conhecer o treinamento e avaliar se ele atende às suas expectativas. Termos da Garantia.

Estude hoje. Consulte sempre que precisar.

Você poderá retornar às aulas sempre que precisar revisar uma configuração ou reforçar um conceito.

Certificado

Certificado de Conclusão

Ao concluir o treinamento, você poderá emitir seu certificado de conclusão.

Certificado de Conclusão

Certificamos que

[Nome do aluno]

concluiu o treinamento AWS Route 53, com laboratórios práticos de administração de DNS, Hosted Zones, registros, políticas de roteamento e Health Checks na AWS.

Leonardo Duarte

Instrutor

ITLOVERS TRAINING

Emissor

Certificado de conclusão do treinamento, emitido pela ITLOVERS TRAINING. Não se trata de uma certificação oficial AWS, nem prepara especificamente para uma prova de certificação da Amazon Web Services.
Aula gratuita

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FAQ

Perguntas frequentes

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Administrar DNS na nuvem é uma das competências do SysAdmin. Estes são os outros treinamentos da plataforma — das trilhas Microsoft SysAdmin e Cloud SysAdmin.

DNS é invisível quando funciona. E crítico quando para.

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